22 abril 2012

CinePipoca: O Menino do Pijama Listrado

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Eu acho que a história do mundo é revoltante.
Não.
Sério mesmo.
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Há muito MUITO muito muito tempo, minha professora de história tinha passado pra gente um filme chamado O Menino do Pijama Listrado. Juro que pensava que era terror, ou algo assim, tipo sei lá. 
E naquele dia, vi o filme MAIS emocionante da minha vida.
Dois anos depois, minha professora de (acho) teatro, passou de novo, e vi de novo aquilo para minha infelicidade. Infelicidade não porque é um filme ruim, mas sim porque é um dos filmes mais tristes existentes.

Sabe porquê?
Porque é uma história real.
Não os acontecimentos, mas sim, a segunda guerra mundial. 

Recentemente, li o livro, e me emocionei bastante(de novo).
O começo do livro, confesso, é bem chatinho, mas quando o menino conhece o Menino do Pijama Listrado tudo muda. O livro começa a se passar muito rápido e no segundo seguinte, acaba.
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Anh, continuando, eu acho que o chocante desse livro é a inocência dos dois garotos, é a verdadeira história da amizade, e claro, a perspectiva de um menino de 10 anos (ou oito) sobre a maior guerra do mundo.
Sempre me choquei com a história da segunda guerra mundial, mas ver esse filme me apresentou a realidade da guerra. A VERDADE MESMO SABE? O horror que aquilo era.
A Sinopse de nossa amiga sempre fiel, Wikipédia:
Esse livro é uma história sobre um menino de oito anos, lutando para entender o que acontece ao redor dele em Auschwitz, durante a Segunda Guerra Mundial.
O personagem principal, Bruno, é o filho de um comandante de campos de concentração de judeus. Ele tem uma irmã mais velha, Gretel (apelidada "um caso perdido"). Moram numa mansão de cinco andares, até que subitamente se mudam para um lugar chamado "Out-With" "Haja-Vista em português" (na realidade, Auschwitz). Bruno sente-se indignado com a decisão de seu pai de mudar para Out-With, e — desesperado para voltar para casa — passa o tempo em seu quarto, sem nenhum amigo. Ele está também incomodado com o fato de que residem numa casa de três andares, em vez de sua antiga mansão de cinco e, portanto, com tão pouco espaço, pois não há nenhum quarto para ser "explorado" (aparentemente, esse é um passatempo de Bruno). Ele também sente a falta de não poder escorregar pelo corrimão de sua antiga casa.
Da janela de seu quarto, Bruno descobre que, atrás de uma cerca, exitia uma suposta fazenda onde viviam pessoas vestindo pijamas de listras. Eles são os judeus, e estão em um campo de concentração, situação que o menino desconhece. Um dia, seus pais chegam a um acordo sobre a necessidade de Bruno e Gretel terem um tutor para seus estudos, e contratam o Senhor Liszt. Para Bruno, o Senhor Liszt é o mais tedioso professor que alguém jamais poderia ter — porque ele ensina ciências (como geografia e história) — em lugar de ficção, que Bruno prefere. Assim, entre tédio e confusão, ele interroga-se sobre o que está acontecendo em Out-With e por que tantas pessoas estão permanentemente vestidas em pijamas de listras.
Bruno, explorando seu quintal um dia foi mais longe, e chegou até a cerca que delimita o campo de concentração, e então conhece um judeu de sua idade, Guga Shmuel. Mesmo do outro lado da cerca elétrica, o menino sempre ia ver Guga Shmuel, seu único amigo, pois afinal, não sabia da rivalidade dos nazistas (como seu próprio pai) com os judeus. Bruno sempre achou que do outro lado da cerca, dentro do campo de concentração havia crianças livres, com quem poderia brincar, mas com o passar do tempo, acaba vendo que não é bem assim, e que a realidade é outra.
Sua mãe e seu pai não o deixam ir além do jardim, por isso o colocam de castigo, mas ele consegue fugir e decide ajudar seu amigo (Guga Shmuel) a encontar seu pai. Ele se veste como os judeus para não ser indentificado como estranho. Seus pais procuram ele por todo lugar, então a mãe percebe que a porta do jardim está aberta e eles vão em direção ao campo de concentração. Quando chegam lá, Bruno e Guga Shmuel estão dentro de uma sala toda fechada com vários Judeus, quando um soldado joga uma substância quimica chamada de gás cianídrico e mata todos eles asfixiado, Os dois morrem de mãos dadas. O filme termina a mãe de Bruno chorando sobre suas roupas que ficaram do outro lado da cerca.

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Primeiro eu me pergunto PORQUE RAIOS ALGUÉM TEM PRECONCEITO? Contra religião, raça, cor, opção sexual, gostos, aparência... o mundo é diferente, e essa é a graça da coisa!
É um filme realmente chocante.
Mas, porém é um dos meus preferidos.

POR QUE VICKIE?
Além de mostrar realmente a natureza humana, como existem pessoas más no mundo, mostra a inocência de uma criança, de como ela vê o mundo, e de como ela não se importa com as diferenças e não se abala por um preconceito ridículo e injusto.
É um filme emocionante, detalhado e bem-feito.
O final, claro, é horrível e entristece todo mundo.
Mas retrata como a vida naqueles campos era, do sofrimento dos coitados dos judeus, que realmente, não vejo o motivo para toda aquela guerra.

Antes que isso vire discussão filosófica, só queria dizer que recomendo muito o filme. Mesmo. Mas quando ver, veja com o coração. Sinta o que os personagens estão sentindo. Perceba os mínimos detalhes e o perdão de Shmuel para com Bruno. Vamos tentar levar uma lição de moral com esse filme, que mostra a força do amor e da amizade, e de que uma verdadeira união pode ultrapassar cercas na nossa vida.
Veja com os olhos do coração.
Sério, porque infelizmente, isso aconteceu.

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(Chorei no filme. Tipo, pra caramba.)

2 comentários:

  1. Awn ja assisti esse filme e adorei, acho ele muito dramático e adoro esse gênero *-* http://blogsergarota.blogspot.com.br/

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    1. Tambem!! adoro filmes de drama! Vou visitar seu blog, um bjo! :D
      Www.chicletevioleta.blogspot.com

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