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16 abril 2013

Maratona Audrey Hepburn: Charada

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Cary: What are you doing in here?
Audrey: I'm having a nervous breakdown.
Eu estou em uma fase viciada na Audrey Hepburn, minha musa de inspiração e a mulher mais lindinha de todos os tempos. Passei na Livraria Cultura e comprei um box com oito filmes dela (vou falar mais sobre a coleção em outro post) e aproveitei para comprar o Charada, clássico absoluto do Cary Grant e da Audrey. Como uma boa cinéfila, assisti duas vezes (uma com a minha família, e outra com as minhas amigas lindonas) e vim escrever uma resenha! Lembrando que vou tentar não soltar spoilers, e de jeito nenhum vou contar o final. Mas como qualquer resenha, vou expor algumas partes e mostrar minha opinião detalhada ;)


Charada
Em Paris a americana Regina Lambert (Audrey Hepburn), que recentemente ficou viúva, tenta entender que tipo de vida o marido levava e onde podem estar escondidos os US$ 250 mil que muitos acreditam estar com ela.


O enredo é bem atrativo: logo no começo já temos um assassinato. O filme acompanha Regina, que teve seu marido morto (sim, aquele do começo) e agora é ameaçada por três caras. O filme é extremamente agoniante: quando você acha que sabe de algo, o filme dá uma reviravolta completa. O caso é o seguinte: o marido dela roubou dinheiro do Governo Americano e todo mundo pensa que ela está com o dinheiro... e ela não pode confiar em ninguém! 
O filme é engraçadíssimo, misterioso, super romântico, fofo, e criativo! Senti uma influência de Hitchcock, mas com uma comédia romântica. Simplesmente amei a Regina e o Peter <3 achei que os atores tem super química e fizeram o filme bem melhor!

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É OBRIGATÓRIO para os fãs de cinema assistirem Charada. Virou um dos meus preferidos (principalmente com a musiquinha do começo).
Alguém aí já assistiu? Se não, gostariam? :)
Beijos <3

28 março 2013

#CinePipoca: O Iluminado

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Não adianta, entrei oficialmente pro clube dos amantes de filmes de terror. Assisti com as duas gêmeas mais lindas do mundo, a Ju e a Lu, O Iluminado, conhecido como um dos filmes mais assustadores do gênero.
Fiquei com medo de assistir, mas no final, virou um dos meus filmes preferidos, e yay! eu não fiquei traumatizada E consegui dormir a noite *-*

O Iluminado

Durante o inverno, um homem (Jack Nicholson) contratado para ficar como vigia em um hotel no Colorado e vai para lá com a mulher (Shelley Duvall) e seu filho (Danny Lloyd). Porém, o contínuo isolamento começa a lhe causar problemas mentais sérios e ele vai se tornado cada vez mais agressivo e perigoso, ao mesmo tempo que seu filho passa a ter visões de acontecimentos ocorridos no passado, que também foram causados pelo isolamento excessivo.




O Iluminado é um dos filmes de terror mais aclamados de todos os tempos. Conta a história de um escritor, Jack, que vai ficar uma temporada com sua família (mulher e seu filho) isolados em um hotel.
Mas esse hotel não é normal. As pessoas, quando ficam muito tempo confinadas juntas podem desenvolver uma síndrome de "pânico". Isso que aconteceu com a última família que ficou confinada.
Aceito?
Então ok! Bem vindos ao Hotel Overlook!

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Primeiro, quero deixar claro que não gosto muito dessas coisas de "paranormal", acho bem sem graça, na verdade. Mas foi meio deixado de lado no filme, concentrando no desenvolvimento da loucura de John. Ele tem que escrever um livro, e fica cada dia mais irritado com a sua esposa.
O menininho começa a ter visões e vê as crianças mortas (as aparições das gêmeas me dão calafrios!) e nunca sabemos se aquilo é real ou imaginação dos personagens.
Eu, na minha humilde opinião acho que o personagem principal sempre teve um distúrbio meio psicopata, mas o revelou nessa estadia.
O filme é desesperador, de tirar o folêgo, mas não chega a ser aquele terror de "fantasmas, espíritos e etc". Gosto mais quando se trata de assassinos, porque, de certa forma, acho que fica mais real, ou seja, mais assustador.
Já aviso que o filme tem várias cenas fortes, de nudez, assassinato, muito sangue (MUITO, MUITO sangue) e vários palavrões.
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Mas não se enganem. Apesar de toda a fama, o filme não traumatiza nem nada disso (que nem O Exorcista faz). Só te deixa em eterna tensão e desespero. Mas só.
A atuação de Jack Nicholson é brilhante, ele mostra o terror e a loucura só com seus olhos, o que me lembra um pouco o Norman Bates (de Psicose). A atuação da Shelley Duvall é genial também. Ela retrata todo o desespero e a insegurança.
O filme COM CERTEZA é o melhor do gênero que já assisti (ultrapassando até filmes do mestre Hitchcock) e só não gostei do final, principalmente porque não entendi ele muito bem, hahahah.
Enfim, 5 estrelinhas para o Iluminado (não, não é o Edward), e uma super recomendação para a semana! 
Rende bastantes sustos e respiração pesada. Destaque para as cenas do triciclo do menininho. Você não consegue evitar a agonia e ansiedade. E claro, o famoso machado na porta. Um clássico.

E claro, o player do vídeo (desculpem, só achei dublado) que também está na página Sala de Cinema.


Ah, e me desculpem se eu tiver soltado um spoiler ou uma dica. É que resenhas de filmes nunca são fáceis de escrever!

xoxo, vickie♥

22 março 2013

Resenha: A Culpa é das Estrelas


Depois de ver tantas resenhas positivas tive que lê-lo. Pelo contrário do que as pessoas falaram, ele não é nada demais. Ganhou 2 estrelinhas minhas :x
Para mais detalhes,e claro, fotos, continue lendo!
A Culpa é das Estrelas

4.7
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9185 avaliações
A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar. 

Eu estava com uma expectativa enorme com o Culpa é das Estrelas. A capa é linda, só resenhas boas, e uma história interessante.

O seguinte: as pessoas idolatram esse livro. Tudo culpa do marketing. Começou a formar um conceito de que esse livro era o mais novo livro tocante do século 21, e que as pessoas iriam chorar muito, e guardar na estante como Livro Preferido. Então, muitos, ao ler, nem se importam com o livro em si, pensam "ah, o livro não é de todo ruim, e como todo mundo diz que é incrível VOU COMEÇAR A AMAR ELE".
O John Green é um cara que simplesmente tenta ser filosófico e divertido. Ou seja: traz toda hora teorias da relatividade e diálogos que tentam ser jogados para o lado da filosofia mas acabam por se tornar RIDÍCULOS. Para vocês terem noção, uma hora eles discutem o porquê de comer ovos mexidos no café da manhã. Tudo isso usando todas as maiores palavras do dicionário. Parece que o autor quis enrolar, para o livro não ficar tão curto. Isso sem contar suas piadas forçadas. Sim, teve horas que ri, mas outras que eu fiquei "isso foi uma tentativa de piada?"
O começo é bem apressado e logo Gus e Hazel se apaixonam. Crepúsculo feelings? Acho que sim. 
Primeiro: não sei se gostei da Hazel. Ela é um pouquinho insuportável na verdade. O Gus? Detesto ele. É simplesmente um cara que não existe. Aquilo não é um amor real. É uma coisa totalmente forçada e rápida. Eu gosto de casais complicados (Rony e Hermione, Chuck e Blair) então, para mim, foi insuportável o tanto que esses dois eram decididos e pareciam ter diálogos na ponta da língua. Irreal, eu diria.
Acho que, de verdade, não gostei de nenhum personagem. Achei eles chatos, muito metidos a filósofos e coisa e tal. Poxa, porque eles não podem conversar como uma pessoa normal?
Além de que as milésimas referências a Uma Aflição Imperial começam a irritar. Hazel, vá ler outro livro, amiga. Esquece esse autor mau-educado.
O autor. Outro cara insuportável.
Acho que a única parte que realmente gostei foi a da carta do Gus sobre a Hazel no final. Simplesmente acho que salvou o livro. Se Green não tivesse pensado naquilo, juro que eu jogava o livro na parede.
Para resumir: esse livro é superestimado. Modinha passageira sem nexo. Leia, pode ler. Esse livro não vai te traz reflexões. Só uma eterna pena e um desejo de receber uma carta dizendo coisas fofas do tipo da contra-capa. Só.
Se estiver procurando um livro com uma escrita natural E REALMENTE filosófica, procure O Apanhador no Campo de Centeio, Vantagens de ser Invisível ou Revolução dos Bichos. 
E não, eu não leria a lista de supermercado de Jonh Green.







Vocês já leram esse livro? Quero saber a opinião de outras pessoas! (:
xoxo, vickie


19 fevereiro 2013

#CinePipoca: Valente

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Ontem vi um filme, aquela animação mais recente da Disney, VALENTE, e adorei. Resolvi trazer uma resenha dele para vocês ^^

Valente
A jovem princesa Merida foi criada pela mãe para ser a sucessora perfeita ao cargo de rainha, seguindo a etiqueta e os costumes do reino. Mas a garota dos cabelos rebeldes não tem a menor vocação para esta vida traçada, preferindo cavalgar pelas planícies selvagens da Escócia e praticar o seu esporte favorito, o tiro ao arco. Quando uma competição é organizada contra a sua vontade, para escolher seu futuro marido, Merida decide recorrer à ajuda de uma bruxa, a quem pede que sua mãe mude. Mas quando o feitiço surte efeito, a transformação da rainha não é exatamente o que Merida imaginava... Agora caberá à jovem ajudar a sua mãe e impedir que o reino entre em guerra com os povos vizinhos.



O filme conta a história de Merida, uma princesa da Escócia. Ela é rebelde, corajosa, gosta de arco e flecha (Katniss feelings), mas sua mãe quer que ela seja educada, delicada, e cheia de boas maneiras. E o pior: a obriga a se casar! Então, Merida, revoltada, acha uma bruxa, e pede que sua mãe mude de jeito e de ideia... porém as coisas não dão muito certo. Não falo mais senão solto spoilers hahaha.

Enfim, o filme não foi aqueles lindos e perfeitos que nem A Princesa e o Sapo ou em Enrolados. Terminei de ver com uma sensação de "quero mais". O senti foi que o filme estava incompleto. Que faltava alguma coisa. Não sei é porque estou acostumada com um princípe, e uma princesa indefesa, hahah. Mas realmente, quando terminou o filme eu fiquei tipo "anh? Cadê o resto? Será que eu pulei alguma parte?"
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Quer dizer, o roteiro é ótimo. Apesar dos clichês (conseguimos prever o que vai acontecer) a história é original e de tirar o fôlego. Tem vezes que fiquei: MEU DEUS E AGORA? O QUE VAI ACONTECER? Apesar de achar a Merida um pouco burra, as vezes, me desculpe. Haha
Mas o que impressiona mais são os gráficos. O filme é todo baseado em VERDE-MARROM-LARANJA. E o ícone do filme são os cabelos de Merida: Ruivos, cacheados e volumos. Ele se destacava, e parecia que era de verdade!
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As paisagens também são maravilhosas, ótimos personagens (só eu que amei o pai dela?), um mistério, a trilha sonora ótima (amei as músicas escocesas!) e deu para dar várias risadas com o filme ^^
Vi dublado, achei boa no geral, mas a dubladora da Merida não tinha nada a ver com ela! Eu não sei, simplesmente não combinou :/
Dou 4 estrelas simplesmente por ter faltado a cereja do bolo. Faltou algo, que complementaria. Mas tirando isso (motivo desconhecido, kkk) eu adorei o filme e recomendo muito!

xoxo, vickie

27 janeiro 2013

Resenha: Anna e o Beijo Francês


Anna e o Beijo Francês (da Stephanie Perkins) entrou oficialmente para minha lista de livros favoritos. É um livro fofo, agradável, fresh... Sempre ouvi falar bem dele, e encontrei na Leitura em uma promoção por R$9,90 *--*
Tirei algumas fotos, e claro, fiz uma resenha para vocês desse livro lindo! 

Anna e o Beijo Francês


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5096 avaliações
Anna Oliphant tem grandes planos para seu último ano em Atlanta: sair com sua melhor amiga, Bridgette, e flertar com seus colegas no Midtown Royal 14 multiplex. Então ela não fica muito feliz quando o pai a envia para um internato em Paris. No entanto, as coisas começam a melhorar quando ela conhece Étienne St. Clair, um lindo garoto -que tem namorada.Ele e Anna a se tornam amigos mais próximos e as coisas ficam infinitamente mais complicadas. Anna vai conseguir um beijo francês? Ou algumas coisas não estão destinadas a acontecer? Anna e o Beijo Francês-Stephanie Perkins

Imagine uma xícara de chocolate quente, com chantilly em cima. Você está bebendo enquanto olha para a Torre Eiffel da janela do seu apartamento. É essa a sensação que tive lendo Anna e o Beijo Francês. É um livro encorpado, delicioso, fofo, e muito agradável.
Vamos começar pela história. Anna Oliphant não é a melhor protagonista desse planeta (me identifico mais com a Becky Bloom), mas é uma garota simpática, que vive em Atlanta, onde tem a sua melhor amiga, Bridge, e seu "quase namorado", Toph. Mas sua vida vira de cabeça pra baixo quando seu pai (um escritor bem Nicholas Sparks) decide enviá-la para Paris, para a SOAP (school of america in paris) ou seja, Escola da América em Paris, que só aceita alunos americanos. Logo ela fica super triste, mas acaba indo. Eu iria ficar maravilhada em viajar para Paris, ok. Ela conhece a Meredith, e seus amigos, Rashimi, Josh, e... Étienne St. Clair.
St. Clair é o garoto perfeito. Simplesmente porque não é perfeito. É confuso, baixinho e tem dentes levemente tortos, mas é um fofo. Obviamente Anna logo se apaixona (mesmo negando o tempo todo para si mesma) mas o menino tem namorada.
O livro segue essa sequência, entre cinemas, cafés, e passeios maravilhosos na cidade luz, acompanhamos Anna com aquela dúvida "ele gosta de mim? Se ele gosta, porque não larga a namorada e fica comigo?".
Me identifiquei completamente com toda a história, e chorei, ri, e fechava o livro toda hora para ver a capa. Fiquei com raiva, com agonia, fiquei feliz, fiquei confusa. O livro é uma mistura de emoções e de sentimentos, e é impossível não se envolver.
A autora tem uma escrita maravilhosa. As descrições são impecáveis, e mergulhamos em Paris, acompanhado ela para todos os lugares.
Ah, e nos apaixonamos. Sim. Impossível não cair de amores por Étienne St. Clair.

O aspecto gráfico também é ótimo. A capa é linda (ok, nem tanto), as páginas são ótimas, a fonte, margem e espaçamento também, e Deus, aquela lombada é linda. O livro é maravilhoso. Tanto por fora como por dentro, e não posso esperar para ler Lola e o Garoto da Casa ao Lado.

A Torre Eiffel apareceu para tirar fotos também ^^



Amei essa citação.


O Capítulo mais lindo do mundo ♥

Ela tem cabelo azul *-*


O meu urso polar Hercule (Poirot) amou o livro ♥

A lombada não é linda? :)





Eu gata, só que não

Enfim, quem quiser me acompanhar no Skoob, meu perfil é vickiemd. (:
Já leram o livro?

xoxo, vickie